Aperture 3 x Lightroom

Introdução justa e necessária

Esse é um post mais técnico que os outros. E, por sinal, o Blog da Stone, a partir de hoje, deixa de ser somente um blog e passa a ser UM BLOG de verdade, focado em moda, tendências, e fotografia. Nossa equipe de blogueiros (ou melhor, jornalistas) do mais alto escalão está se preparando para semana que vem começar em alto estilo com artigos sobre a São Paulo Fashion Week e outros temas. Profissionalismo acima de tudo.

Agora, direto ao assunto

Desde que a Apple resolveu voltar seus olhos para terra brasilis e nós, fotógrafos e profissionais do design foram abençoadoscom os produtos do titio Steve Jobs, e mais ainda com o lançamento do iPhone, que abriu o universo do OS mais bonitão e enxuto do mundo para qualquer mero mortal que possua um pouco mais de grana no “bolsillo” e prezam o design, o belo, e a ausência virtual de vírus, houve uma invasão dessas máquinas maravilhosas em estúdios e de seus adesivos com a famosa maçã de Newton nos veículos em nossas cidades.

Com essa invasão, há alguns anos fomos também apresentados ao software nativo para armazenamento e tratamento de fotos da Apple, o famoso Aperture. A idéia era atingir um público de fotógrafos profissionais que necessitassem de um software para organizar a bagunça digital de suas HDs e colocar as fotos em ordem, além de fazer ajustes pequenos e básicos nas fotografias, principalmente para quem não utilizava todos os recursos do Adobe Photoshop. Não demorou nada e o pessoal da Adobe, que bobo não é, lançou o Ligthroom, que queria fazer a mesma coisa. Na época, gratuito. Ao contrário do software da Apple, que custava uns 90 dólares, aproximadamente. Afinal, nada é de graça em Cupertino.

Ambos softwares evoluíram e chegaram hoje às suas mais aprimoradas versões. Não quero julgar do ponto de vista técnico, pois não sou engenheiro de software, mas vou julgar do ponto de vista do usuário final, fotógrafo e dono de Mac (e meio desorganizado em seus arquivos).

Testei os dois softwares em suas diversas versões e fiquei com o Aperture. Por que?

Simples, porque ele é visualmente mais organizado que o Lightroom.

O programa da Adobe tem cara de Windows, é desorganizado igual ao Windows, com muitas pastas e subpastas, e uma das coisas que me acostumei nos Macs foi não usar muitos diretórios, pastas, etc.

O Aperture é mais bonitinho pra mim, mais Mac, mais limpo. Permite-me saber onde está cada foto e não tenho que me preocupar onde ela está em minha HD. É simples, está na biblioteca do Aperture e pronto. Basta saber disso. Crio uma biblioteca para cada Job e depois faço o devido Backup em duas HDs externas. Pronto, três arquivos que contém todos os master files de minhas fotos, em Raw. E, diferentemente do Photoshop, quando faço as modificações de costume nas fotos (contraste, curvas, etc.), ele não fica enchendo minha HD com novas versões de fotos, mas simplesmente grava o que fiz e só irá gerar uma nova versão da imagem, com as modificações, quando eu exportar a imagem em sua versão final, mas daí já é outra história. Isso diminuiu alguns bons Gigabites em minhas HDs.

Nos próximos meses escreverei artigos sobre o Aperture, e quem tiver dúvidas sobre o uso do software pode deixar um comentário, com e-mail, que tentarei responder.

Abraço a todos.

J. Caetano

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